one month
são tantas as teorias , nenhuma é completamente decifrada , como o tempo que parece não ter um fim , mas que quando o para sempre acaba a teoria é comprovada que não há tempo que dure eternamente e assim foi perdi-me na relatividade do tempo , perdi-me numa história ao qual dei o rumo , mas que o tempo não permitiu ser decifrada . tu foste como um comboio na hora de ponto , com um bilhete de ida , mas sem mais volta , levando cada pedaço do que fui e do que sou e cada segredo ficou por desvendar . não foi preciso uma eternidade para te conhecer , mesmo assim não foi preciso um chamado sempre para saber que as nossas mãos encaixavam-se como duas peças de um puzzle que com o tempo soltaram-se , essas que dissolveram-se juntamente com o silêncio da voz do orgulho , que hoje deu lugar à saudade , a meras recordações que são relembradas cada vez que sinto a tua mão na minha na noite mais quente , que me faz ouvir o tom doce da tua voz a sussurrar , a chamar por mim e perco-me imaginando os meus lábios perderem-se nos teus e o toque do teu corpo no meu por vagas horas . tudo ficou por decifrar , cada segredo teu , cada palavra guardada , no que consiste o amor que a cada etápa fica mais mesterioso e a única teoria comprovada é que próprio tempo tem um determinado tempo e que nada é suficiente eterno para haver o chamado sempre que tanto queremos , ainda está por decifrar este lambírito cheio de segredos , que és tu .
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