28 de março de 2011
heartfelt words
o meu pensamento hoje está distante, calo-me e penso, tento escrever algo diferente dos outros dias. mas do que vale escrever algo diferente, quando no entanto as palavras não são realmente sentidas. as palavras acompanham cada passo, cada batimento, cada sorriso, cada olhar, cada ritmo. não são precisas palavras de outro mundo, de um significado diferente, porque somos nós que damos magia a elas próprias, cada palavra deve ser um sentimento, caracterizar algo ou alguém. não é preciso escrever algo perfeito, desde que seja sentido e seja transmitido tudo aquilo que vai na nossa alma, em cada ser. elas trazem emoção, muitas vezes recordações ou até mesmo um sentimento de volta. as palavras são melodia, ao mesmo tempo vazias e completas, são como o vento um dia estão calmas outras vezes dispersas sem direcção, são como o sol e a chuva e como o mar que ninguém sabe do que é feito e o que lá permanece. as palavras são vidas, somos nós que lhes damos o ritmo, as palavras são frias e quentes, as frias apagam-se com o tempo e as quentes fazem o nosso ser despertar. por isso devemos ter o maior cuidado em soltar cada palavra, porque nos é que lhes damos o ritmo e elas acompanham cada paço. palavras são infinitas, palavras são sentimentos, palavras são músicas, são um ser e são elas que muitas das vezes fazem um presente e um futuro. volto a dizer: não é preciso escrever algo perfeito com palavras de outro mundo, basta que todas essas palavras sejam sentidas e transmitam o que nos vai na alma, no nosso ser, porque somos nós que damos o único sentido a elas.
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